Após ser presa por tráfico, jovem envolvida no "Caso Daniel" vai para prisão domiciliar

Após ser presa por tráfico, jovem envolvida no

 

Na decisão pela prisão domiciliar, a juíza apontou o fato de Evellyn ter um filho de cinco anos e não apresentar antecedentes criminais. "Considerando os documentos trazidos pela defesa da autuada, em que possui filho de 5 (cinco) anos e que tem responsabilidade sobre os cuidados com ele, levando em consideração o fato de se tratar de pessoa sem antecedentes criminais, cumpre a este Juízo transformar, com base no art. 318, III, CPP, a prisão preventiva em prisão domiciliar, a qual fica deferida neste ato", diz a decisão.

Ainda, a juíza determinou que Evellyn não se afaste de onde mora, com o uso de tornozeleira eletrônica. "Em relação à prisão domiciliar, aplicando-se a regra do art. 319, IX, CPP, determino à autuada a obrigação de monitoração eletrônica, ficando sujeita às regras da prisão domiciliar, restrita a não se afastar do seu local de residência mais que um raio de 1 quilômetro", pediu a juíza.

Prisão

Evellyn foi presa com cerca de três quilos de maconha em uma bolsa após uma abordagem da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone) na última quinta-feira. A ré do caso Daniel foi detida no bairro Fazendinha, em Curitiba. Por conta disso, o processo ao qual ela responde sobre o crime envolvendo o jogador de futebol, que estava suspenso, pode voltar a tramitar.

De acordo com o sargento De Oliveira, da Rone, uma equipe fazia patrulhamento pelo bairro quando viu Evellyn desembarcando de um veículo e ela aparentou ficar nervosa com a presença dos policiais. Em seguida, decidiram abordá-la após ela ter lançado ao chão uma bolsa que tinha nas mãos.

Caso Daniel

Amiga de Allana Emilly Brittes, Evellyn foi convidada para o aniversário ocorrido em uma casa noturna e foi posteriormente até o "after" na casa da Família Brittes, em São José dos Pinhais, onde teria "ficado" com Daniel horas antes ao crime. Na ocasião, ela admitiu que cozinhou um estrogonofe de jantar para os envolvidos.

Pronunciada por fraude processual em fevereiro deste ano, Evellyn então recorreu pedindo a suspensão condicional do processo, já que passou a cumprir os requisitos de um crime de menor potencial. O Ministério Público do Paraná (MP-PR), então, propôs a ela a suspensão do processo em troca do cumprimento de 270 horas de serviços comunitários. O acordo foi firmado há menos de um mês.

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